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10/30/2007

.NET

O que é .NET
A plataforma de Microsoft orientada à criação de software para Internet.


Microsoft.NET é o conjunto de várias tecnologias nas quais Microsoft esteve trabalhando durante os últimos anos -e cujo lançamento definitivo é iminente, estando já disponível sua primeira versão Release Candidate- com os objetivos de:
Melhorar seus sistemas operativos
Melhorar seu modelo de componentes COM+
Obter um meio especificamente desenhado para o desenvolvimento e execução do software em forma de serviços que possam ser tanto publicados como acessados através da Internet de forma independente da linguagem da programação, modelo de objetos, sistema operativo e hardware, utilizados tanto para desenvolvê-los como para publicá-los. Este meio é o que se denomina a plataforma.NET, e os serviços antes mencionados são os que se denominam serviços web.
Para o desenvolvimento e execução de aplicações neste novo meio tecnológico, Microsoft proporciona o conjunto de ferramentas conhecido como .NET Framework SDK, que é possível baixá-lo gratuitamente de seu site web http://www.msdn.microsoft.com/net e inclui compiladores de linguagens como C#, Visual Basic.NET, Managed C++ e JScript.NET especificamente desenhados para criar aplicações para ele.
O coração da plataforma.NET é o CLR (Common Language Runtime), que é uma aplicação similar a uma máquina virtual que se encarrega de providenciar a execução das aplicações para ela escritas. São oferecidos a estas aplicações numerosos serviços que facilitam seu desenvolvimento e manutenção que favorece sua confiança e segurança. Entre eles os principais são:

Modelo de programação consistente e simples, completamente orientado a objetos.
Eliminação do temido problema de compatibilidade entre DLLs conhecido como "inferno das DLLs"
Execução multiplataforma
Execução multilinguagem, até o ponto de que é possível fazer coisas como capturar em um programa escrito em C# uma exceção escrita em Visual Basic.NET que por sua vez herda de um tipo de exceção escrita em Cobol.NET. Embora anteriormente havíamos dito que no .NET Framework somente se oferecem compiladores de C#, MC++, VB.NET e JScript.NET, o certo é que a parte Microsoft e terceiros estão desenvolvendo versões adaptadas a .NET de muitíssimas outras linguagens como APL, CAML, Cobol, Eiffel, Fortran, Haskell, Java, Mercury, ML, Mondrian, Oberon, Oz, Pascal, Perl, Python, RPG, Scheme ou Smalltalk.
Colheita de lixo
Isolamento de memória entre processo e comprovações automáticas de segurança de tipos nas conversas.
Suporte multilinha
Gestão do acesso a objetos remotos que permite o desenvolvimento de aplicações distribuídas de maneira transparente ao encontro real de cada um dos objetos utilizados nas mesmas.
Segurança avançada até o ponto de que é possível limitar as permissões de execução do código em função de sua procedência (Internet, rede local, CD-ROM, etc.), o usuário que o executa ou a empresa que o criou.
Interoperabilidade com código pré-existente, de forma que é possível utilizar com facilidade qualquer livraria de funções ou objetos COM e COM+ criados com anterioridade à aparição da plataforma .NET
Adequação automática da eficiência das aplicações às características concretas de cada máquina onde for executar.


ASP.


O que é ASP
É a linguagem de scripting do lado do servidor criado por Microsoft.


ASP (Active Server Pages) é a tecnologia desenvolvida por Microsoft para a criação de páginas dinâmicas do servidor. ASP se escreve na mesma página web, utilizando a linguagem Visual Basic Script ou Jscript (Javascript de Microsoft).

Uma linguagem do lado do servidor é aquela que se executa no servidor web, justo antes da página ser enviada através da Internet ao cliente. As páginas que se executam no servidor podem realizar acessos à bases de dados, conexões em rede, e outras tarefas para criar a página final que o cliente verá. O cliente somente recebe uma página com o código HTML resultante da execução da página ASP. Como a página resultante contém unicamente código HTML, é compatível com todos os navegadores. Podemos saber algo mais sobre a programação do servidor e do cliente no artigo o que é DHTML.

Os tipos de servidores que empregam esta linguagem são, evidentemente, todos aqueles que funcionam com sistema Windows NT, apesar de que também podemos utilizar em um PC com windows 98 se instalamos um servidor denominado Personal Web Server. Inclusive sistemas Linux podemos utilizar as ASP se instalamos um componente denominado Chilisoft, apesar de que parece claro que será melhor trabalhar sobre o servidor web para o que está pensado: Internet Information Server.

Com as ASP podemos realizar muitos tipos de aplicações distintas. Permite-nos acesso à base de dados, ao sistema de arquivos do servidor e em geral, a todos os recursos que tenha o próprio servidor. Também temos a possibilidade de comprar componentes ActiveX fabricados por distintas empresas de desenvolvimento de software que servem para realizar múltiplos usos, como o envio de correio, gerar gráficos dinamicamente, e etc.

Atualmente, já foi apresentada a segunda versão de ASP, o ASP.NET, que compreende algumas melhoras em relação às possibilidades da linguagem e rapidez com a que funciona. ASP.NET tem algumas diferenças em relação à sintaxe com o ASP, de modo que há de ser tratado de formas distinta um do outro.

C#

O que é C #
Descrição da nova linguagem de Microsoft C #, vinculada à plataforma .NET.


C# É a nova linguagem de propósito geral orientada a objetos criado por Microsoft para sua nova plataforma .NET.
Microsoft.NET é o conjunto de novas tecnologias nas quais Microsoft esteve trabalhando estes últimos anos com o objetivo de melhorar tanto seu sistema operativo quanto seu modelo de componentes (COM) para obter uma plataforma com a que seja Simples o desenvolvimento de software em forma de serviços web.

Os serviços web são um novo tipo de componentes software que se caracterizam na hora de trabalhar por sua total independência em relação a sua colocação física real, a plataforma sobre a que corre, a linguagem de programação com a que tenha sido desenvolvidos ou o modelo de componentes utilizado para isso.

O acesso a estes serviços se realiza em base a padrões da Internet, como são diferentes mecanismos do protocolo HTTP (GET e PUT) ou o novo protocolo RPC conhecido como SOAP (Simple Access Object Protocol), que não é mais do que uma combinação de padrões como HTTP e XML para realizar chamadas aos membros destes serviços web. A idéia atrás de SOAP consiste simplesmente em utilizar HTTP como meio de transporte para o envio das mensagens de solicitude de execução dos membros de serviços web remotos (o que permite atravessar barreiras tais como firewalls) e utilizar XML como linguagem com a qual escrever os corpos destas mensagens.

Porém, a plataforma .NET não são somente os serviços web, pois também oferece numerosos serviços às aplicações que para ela se escrevam, como são uma re-coleção de lixo, independência da plataforma, total integração entre linguagens (por exemplo, é possível escrever uma classe em C# que derive de outra escrita em Visual Basic.NET que por sua vez derive de outra escrita em Cobol)

Como se pode deduzir do parágrafo anterior, é possível programar a plataforma .NET em praticamente qualquer linguagem, porém, Microsoft decidiu lançar uma nova porque viu conveniente poder dispor de uma linguagem desenhada desde 0 com vistas a ser utilizada em .NET, uma linguagem que não conta com elementos herdados de versões anteriores e desnecessárias nesta plataforma e que, portanto, seja o mais simples possível para programa-la aproveitando toda sua potência e versatilidade.

C# combina os melhores elementos de múltiplas linguagens de ampla difusão como C++, Java, Visual Basic ou Delphi. De fato, seu criador Anders Heljsberg foi também o criador de muitas outras linguagens e meios como Turbo Pascal, Delphi ou Visual J++. A idéia principal atrás da linguagem é combinar a potência de linguagens como C++ com a simplicidade de linguagens como Visual Basic, e que ademais a migração a esta linguagem pelos programadores de C/C++/Java seja o mais imediato possível.

Além de C#, Microsoft proporciona Visual Studio.NET, a nova versão de seu meio de desenvolvimento adaptado à plataforma .NET e que oferece uma interface comum para trabalhar de forma cômoda e visual com qualquer das linguagens da plataforma .NET (por padrão, C++, C#, Visual Basic.NET e JScript.NET, embora possam acrescentar novas linguagens mediante os plugins que proporcionem seus fabricantes).

CGI.

O que é CGI
Uma breve introdução a CGI, com apontamentos sobre a metodologia de trabalho e desvantagens frente a outras tecnologias do servidor.


É o sistema mais antigo que existe para a programação das páginas dinâmicas de servidor. Atualmente se encontra um pouco defasado por diversas razões entre as quais se destaca a dificuldade com a que se desenvolvem os programas e a pesada carga que supõem para o servidor que os executa.

Os CGI se escrevem habitualmente na linguagem Perl, entretanto, outras linguagens como C, C++ ou Visual Basic podem também ser empregados para construí-los.

O funcionamento básico de um programa CGI é parecido ao apontado para o conjunto das páginas dinâmicas do servidor, com algumas particularidades.


Realiza-se uma petição http, a qual podem acompanhar dados que chegam ou por um formulário, ou também através da URL.
O servidor executa os programas CGI aos que se acessa e trabalha com os recursos necessários para realizar as ações, como por exemplo, as bases de dados.
O programa CGI vai escrevendo na saída padrão, o resultado da execução do CGI, que inclui etiquetas HTML, já que o que se escreve é uma página web.
Algumas desvantagens da programação em CGI são as seguintes:
Os resultados se escrevem diretamente com o CGI, portanto o código do programa se mistura com o do HTML tornando difícil sua compreensão e manutenção.
Cada programa CGI que se coloca em funcionamento se faz em um espaço de memória próprio. Sendo assim, se três usuários colocam em funcionamento um CGI ao mesmo tempo, se multiplicará por três a quantidade de recursos que ocupa esse CGI. Isto significa uma grave ineficiência.

PHP.

O que é PHP
É uma linguagem para programar scripts do lado do servidor, que se incrustam dentro do código HTML. Esta linguagem é gratuita e de multiplataforma.


PHP é o acrônimo de Hipertext Preprocesor. É uma linguagem de programação do lado do servidor gratuito e independente de plataforma, rápido, com uma grande livraria de funções e muita documentação.
Uma linguagem do lado do servidor é aquela que se executa no servidor web, justo antes da página ser enviada através da Internet ao cliente. As páginas que se executam no servidor podem realizar acessos a bases de dados, conexões em rede, e outras tarefas para criar a página final que será vista pelo cliente. O cliente somente recebe uma página com o código HTML resultante da execução da PHP. Como a página resultante contém unicamente código HTML, é compatível com todos os navegadores. Podemos saber algo mais sobre a programação do servidor e do cliente no artigo o que é DHTML.

Uma vez que já conhecemos o conceito de linguagem de programação de scripts do lado do servidor podemos falar de PHP. PHP se escreve dentro do código HTML, o que o faz realmente fácil de utilizar, assim como ocorre com o popular ASP de Microsoft, porém com algumas vantagens como sua gratuidade, independência de plataforma, rapidez e segurança. Qualquer pessoa pode baixar através da página principal de PHP www.php.net e de forma gratuita, um módulo que faz com que nosso servidor web compreenda os scripts realizados nesta linguagem. É independente de plataforma, visto que existe um módulo de PHP para quase qualquer servidor web. Isto faz com que qualquer sistema possa ser compatível com a linguagem e significa uma vantagem importante, já que permite levar o site desenvolvido em PHP de um sistema a outro sem praticamente nenhum trabalho.

PHP, no caso de estar montado sobre um servidor Linux ou Unix, é mais rápido que ASP, dado que se executa em um único espaço de memória e isto evita as comunicações entre componentes COM que se realizam entre todas as tecnologias implicadas em uma página ASP.

Por último assinalamos a segurança, neste ponto também é importante o fato de que em muitas ocasiões PHP se encontra instalado sobre servidores Unix ou Linux, que são bastante conhecidos como mais velozes e seguros que o sistema operativo onde se executa as ASP, Windows NT ou 2000. Ademais, PHP permite configurar o servidor de modo que se permita ou rejeita diferentes usos, o que pode fazer da linguagem mais ou menos segura dependendo das necessidades de cada um.

Foi criado originalmente em 1994 por Rasmus Lerdorf, mas como PHP está desenvolvido em política de código aberto, ao longo de sua história teve muitas contribuições de outros desenvolvedores. Atualmente PHP se encontra em sua versão 4, que utiliza o motor Zend, desenvolvido com maior meditação para cobrir as necessidades das aplicações web atuais.

Esta linguagem de programação está preparada para realizar muitos tipos de aplicações web graças à extensa livraria de funções com a qual está dotada. A livraria de funções cobre desde cálculos matemáticos complexos até tratamento de conexões de rede, podemos dar dois exemplos.

Algumas das mais importantes capacidades de PHP são: compatibilidade com as bases de dados mais comuns, como MySQL, mSQL, Oracle, Informix, e ODBC, por exemplo. Inclui funções para o envio de correio eletrônico, upload de arquivos, criar dinamicamente no servidor imagens no formato GIF, inclusive animadas e uma lista interminável de utilidades adicionais.

JSP.


O que é JSP
A tecnologia Java para a criação de páginas web com programação no servidor.


JSP é a abreviação de Java Server Pages, que em português seria algo como Páginas de Servidor Java. É então, uma tecnologia orientada a criar páginas web com programação em Java.

Com JSP podemos criar aplicações web que se executam em vários servidores web, de múltiplas plataformas, já que Java é em essência uma linguagem multiplataforma. As páginas JSP estão compostas de código HTML/XML misturado com etiquetas especiais para programar scripts de servidor em sintaxe Java. Portanto, poderemos escrever as JSP com nosso editor HTML/XML habitual.

Motor JSP

El motor das páginas JSP está baseado nos servlets de Java -programas em Java destinados a se executar no servidor-, embora o número de desenvolvedores que podem afrontar a programação de JSP é muito maior, dado que é muito mais simples de aprender que os servlets.

Em JSP criamos páginas de maneira parecida a como se criam em ASP ou PHP -outras duas tecnologias de servidor. Geramos arquivos com extensão .jsp que incluem, dentro da estrutura de etiquetas HTML, as sentenças Java a executar no servidor. Antes que os arquivos sejam funcionais, o motor JSP realiza uma fase de tradução dessa página em um servlet, implementado em um arquivo class (Byte codes de Java). Esta fase de tradução se realiza habitualmente quando se recebe a primeira solicitação da página .jsp, embora exista a opção de pré-compilar em código para evitar esse tempo de espera na primeira vez que um cliente solicita a página.

Exemplo de página JSP

Na imagem seguinte pode-se ver um exemplo extremamente simples de uma página JSP e o esquema de conversão dessa página em um servlet

Pré-requisitos

Para aprender JSP, a parte de conhecer HTML, será necessário compreender e ter algo de experiência na programação em Java, que é uma Linguagem de Programação Orientada a Objetos por completo. Uma vez conhecida a programação em Java pode-se estudar por alto o sistema de Servlets, o que nos dará uma melhor idéia do funcionamento interno do motor JSP.

Ademais, necessitaremos baixar e instalar Tomcat, o contêiner de servlets usado na referência oficial de implementação de JSP. Podemos acessar a um exercício para aprender a realizar esta instalação, disponível também na referência de aprendizagem da página de Jav

Visual Basic Script.

O que é Visual Basic Script
Explicamos a linguagem de scripts de Microsoft para a criação de páginas web. Enfocamos seu lado no cliente e o diferenciamos com sua faceta de servidor em páginas ASP.


É uma linguagem de programação de scripts do lado do cliente, mas é somente compatível com Internet Explorer. É por isso que sua utilização está desaconselhada a favor de Javascript.

Está baseado em Visual Basic, uma linguagem popular para criar aplicações Windows. Tanto sua sintaxe como sua forma de trabalhar está muito inspirado nele. Entretanto, nem tudo o que se pode fazer em Visual Basic poderemos fazer com Visual Basic Script, pois este último é uma versão reduzida do primeiro.

A forma de funcionamento de Visual Basic Script para construir efeitos especiais em páginas web é muito similar ao utilizado em Javascript e os recursos aos quais se pode acessar também são os mesmos: o navegador.

Como dissemos, não devemos utilizar esta linguagem na maioria das ocasiões, acessar de que um caso em que teria sentido utilizar Visual Basic Script seria a construção de uma Intranet onde saibamos com toda certeza que os navegadores que vão se conectar serão sempre em Internet Explorer. Neste caso, um programador habitual de Visual Basic teria mais facilidades para realizar os scripts utilizando Visual Basic Script ao invés de Javascript

XML.

XML

O que é XML
Vemos rapidamente o que é o mundo XML e suas possibilidades.


XML é uma tecnologia na verdade muito simples que tem ao seu redor outras tecnologias que a complementam e a fazem muito maior e com possibilidades muito mais amplas. Vamos ver ao longo de vários capítulos uma introdução ao mundo XML, ou seja, à linguagem assim como às tecnologias que trabalham com ela, seus usos, vantagens e modos de realizar as tarefas.
XML, com todas as tecnologias relacionadas, representa uma maneira distinta de fazer as coisas, mais avançada, cuja principal novidade consiste em permitir compartir os dados com os quais se trabalha a todos os níveis, por todas as aplicações e suportes. Sendo assim, o XML tem um papel importantíssimo neste mundo atual, que tende à globalização e à compatibilidade entre os sistemas, já que é a tecnologia que permitirá compartir a informação de una maneira segura, confiável e fácil. Ademais, XML permite ao programador e aos suportes dedicar seus esforços às tarefas importantes quando trabalha com os dados, já que algumas tarefas trabalhosas como a validação destes ou o percorrido das estruturas corre a cargo da linguagem e está especificado pelo padrão, de modo que o programador não tem que se preocupar por isso.

Vemos que XML não está só, e sim com um mundo de tecnologias ao redor dele, de possibilidades, maneiras mais fáceis e interessantes de trabalhar com os dados e, definitivamente, um avance na hora de tratar a informação, que é na verdade o objetivo da informática em geral. XML, ou melhor dizendo, o mundo XML não é uma linguagem, e sim várias linguagens, não é uma sintaxe, e sim várias e não é uma maneira totalmente nova de trabalhar, e sim uma maneira mais refinada que permitirá que todas as anteriores se possam comunicar entre si sem problemas, já que os dados cobram sentido.

XML é interessante no mundo da Internet e do e-bussiness, já que existem muitos sistemas distintos que têm que se comunicar entre si, porém, como se pode imaginar, interessa igualmente a todos os ramos da informática e o tratamento de dados, já que permite muitos avances na hora de trabalhar com eles.


D H T M L.

DHTML

O que é DHTML
Explicamos rapidamente o que é o DHTML e o que é DHTML do lado do cliente e do servidor.


À medida que vamos avançando na programação de páginas web, vamos fixando novos objetivos para criar a cada dia webs mais excitantes. Seguindo este caminho, chega um momento que a linguagem HTML se torna curta e temos que nos servir de alguma tecnologia superior, que nos permita realizar esses desenvolvimentos mais complexos e dinâmicos.
Imagine por um momento que você tivesse em suas mãos um grande projeto, um projeto que se suponha a criação massiva de páginas, como pode ser um jornal, onde a cada dia há que mudar os conteúdos por completo, ou uma enciclopédia on-line, com milhares de páginas e referências, como por exemplo. Se utilizássemos unicamente HTML necessitaríamos um regimento de planejadores web para poder chegar ao fim o trabalho de criar tantas e tantas páginas e sua atualização.

Mesmo assim, se quiséssemos desenvolver uma aplicação na web onde o usuário tivesse que interagir com a página, ou uma aplicação que oferecesse algum serviço, como um buscador ou um gestor de correio através da web, também nos veríamos muito limitados com o HTML.

Ademais, também estamos muito limitados com o HTML na hora de criar efeitos nas páginas, animações que chamem um pouco a atenção do usuário e que permitam fazer com que as páginas web sejam mais divertidas.

DHTML é o que torna possível criar páginas web que superam todas as limitações do HTML como as comentadas anteriormente. Como vemos, o DHTML é muito amplo e engloba muitas técnicas que podem ser realizadas com uma infinidade de linguagens de programação e programas distintos .

Vamos fazer uma classificação de DHTML para delimitar um pouco seus raios de ação e para que o conceito se limite em áreas da programação web que já podemos conhecer.

DHTML de cliente

Por um lado temos o DHTML que se desenvolve no âmbito de uma página web, quando a página está sendo vista na tela dos usuários, ou seja, nos navegadores. Nestes casos, para realizar qualquer tipo de efeito ou interatividade na página temos como recurso ao navegador, por isso se chama de cliente.

A programação no cliente serve para muitas coisas, exemplos disso são efeitos diversos nas páginas, audios, videos, menus interativos, controle e resposta às ações de um usuário na página, controle sobre os formulários, etc. Para fazer muitas destas coisas podemos utilizar diversas linguagens de programação como Javascript e VBScript, ou inclusive podemos botar aqui programas como Flash.

No obstante está mais próxima a idéia do DHTML o programar scripts dentro da página com as linguagens ao lado do cliente. Javascript para todos os navegadores e VBScript para Internet Explorer. Estas linguagens trabalham, como foi dito, integradas com o navegador e dependem do modelo e da versão deste.

Estas linguagens não permitem o desenvolvimento de qualquer projeto na Internet, já que ao ser executados no navegador do cliente, não têm acesso a todos os recursos do sistema do usuário, para evitar buracos de seguridade, e nem aos recursos do servidor onde estão hospedadas as páginas. Esta limitação, acrescentada ao que já foi comentado sobre sua dependência do navegador, fazem destas linguagens insuficientes para desenvolvimentos avançados, sendo mais um complemento de programação que o núcleo de verdadeiras aplicações no web.

DHTML de servidor

Por outro lado, existem uma série de linguagens que se baseiam no servidor para executar seus scripts, assim como a programação do cliente se baseia no navegador. Quando uma página é solicitada por parte de um cliente, o servidor executa os scripts e gera uma página resultado, que envia ao cliente. A página resultado contém unicamente o código HTML, pelo que pode ser interpretada por qualquer navegador sem lugar para erros, independentemente de sua versão.

Esta independência do navegador já é uma vantagem significativa em relação à programação no cliente, mas é ainda mais que contamos com todos os recursos do servidor onde estão hospedadas as páginas. Estes recursos, como poderiam ser gestores de bases de dados, servidores de correio ou o próprio sistema de arquivos do servidor, são os que nos vão permitir construir todo tipo de aplicações.

Como vantagens adicionais pode se destacar que o código das páginas com os scripts nunca chega ao cliente, recordamos que ao navegador somente lhe chega HTML, e isto implica que nossos visitantes nunca vão poder acessar ao coração das aplicações que tivermos desenvolvido, ou seja, aos scripts do lado do servidor.

Linguagens do lado do servidor são ASP, desenvolvido por Microsoft, PHP de código livre, JSP para programar em Java, ou alguma outra interface como CGI, que se desenvolve em linguagens como C ou Perl.

JavaScripit.

O que é Javascript
Uma introdução meramente conceitual à potente linguagem de script do lado do cliente.


Javascript é uma linguagem de programação utilizada para criar pequenos programinhas encarregados de realizar ações dentro do âmbito de uma página web.
Trata-se de uma linguagem de programação do lado do cliente, porque é o navegador que suporta a carga de processamento. Graças a sua compatibilidade com a maioria dos navegadores modernos, é a linguagem de programação do lado do cliente mais utilizado.

Com Javascript podemos criar efeitos especiais nas páginas e definir interatividades com o usuário. O navegador do cliente é o encarregado de interpretar as instruções Javascript e ejxecutá-las para realizar estes efeitos e interatividades, de modo que o maior recurso, e talvez o único, com que conta esta linguagem é o próprio navegador.

Javascript é o seguinte passo, depois do HTML, que pode dar um programador da web que decida melhorar suas páginas e a potência de seus projetos. É uma linguagem de programação bastante simples e pensado para fazer as coisas com rapidez, às vezes com leveza. Inclusive as pessoas que não tenham uma experiência prévia na programação poderão aprender esta linguagem com facilidade e utiliza-la em toda sua potência com somente um pouco de prática.

Entre as ações típicas que se podem realizar em Javascript temos duas vertentes. Por um lado os efeitos especiais sobre páginas web, para criar conteúdos dinâmicos e elementos da página que tenham movimento, mudem de cor ou qualquer outro dinamismo. Por outro lado, Javascript nos permite executar instruções como resposta às ações do usuário, com o que podemos criar páginas interativas com programas como calculadoras, agendas, ou tabelas de cálculo.

Javascript é uma linguagem com muitas possibilidades, permite a programação de pequenos scripts, mas também de programas maiores, orientados a objetos, com funções, estruturas de dados complexas, etc. Ademais, Javascript coloca à disposição do programador todos os elementos que formam a página web, para que este possa acessar a eles e modifica-los dinamicamente.

Com Javascript o programador, que se converte no verdadeiro dono e controlador de cada coisa que ocorre na página quando a está visualizando o cliente.

Java.

O que é Java
Descrição e características desta potente e moderna linguagem de programação.


Java é uma linguagem de programação com a qual podemos realizar qualquer tipo de programa. Na atualidade, é uma linguagem muito extensa e cada vez cobra mais importância no âmbito de Internet como na informática em geral. Está desenvolvido pela companhia Sun Microsystems com grande dedicação e sempre enfocada a cobrir as necessidades tecnológicas mais principais.
Uma das principais características pelas quais Java se tornou tão famoso é que é uma linguagem independente da plataforma. Isto quer dizer que se fazemos um programa em Java poderá funcionar em qualquer computador do mercado. É uma vantagem significativa para os desenvolvedores de software, pois antes tinham que fazer um programa para cada sistema operativo, por exemplo Windows, Linux, Apple, etc. Isto se consegue porque foi criado uma Máquina de Java para cada sistema que faz de ponte entre o sistema operativo e o programa de Java e possibilita que este último se entenda perfeitamente.

A independência de plataforma é uma das razões pelas quais Java é interessante para Internet, já que muitas pessoas devem ter acesso com computadores distintos. Mas não fica por aí, Java está desenvolvendo inclusive distintos tipos de dispositivos ademais do computador como celulares, agendas e em geral para qualquer coisa que a indústria possa inventar.

Passado e presente

Java foi pensado originalmente para se utilizar em qualquer tipo de eletrodoméstico, mas a idéia fracassou. Um dos fundadores de Sun resgatou a idéia para utilizá-la no âmbito da Internet e converteram a Java em uma linguagem potente, segura e universal graças por ser gratuito e por poder utilizar todo mundo. Um dos primeiros triunfos de Java foi que se integrou no navegador Netscape e permitia executar programas dentro de uma página web, até então impensável com o HTML.

Atualmente Java é utilizado em um amplo leque de possibilidades e quase qualquer coisa que se pode fazer em qualquer linguagem pode ser feito também em Java e muitas vezes com grandes vantagens. Para o que nos interessa, com Java podemos programar páginas web dinâmicas, com acesso à base de dados, utilizando XML, com qualquer tipo de conexão de rede entre qualquer sistema. Em geral, qualquer aplicação que desejarmos fazer com acesso através web se pode fazer utilizando Java.

Conclusão

Java é tão grande que se quisermos fazer coisas complicadas não poderemos aprender tudo através dos tutoriais on-line e precisaríamos de livros e cursos. A página de Java de Sun é sem dúvida a melhor referência, mesmo sendo um pouco avançada para os que começam, é a referência mais útil para os que necessitam se documentar para algo em